E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo.
Bem! eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente.
Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão."
(Revista Isto É, 14 de novembro de 1984)
Mário Quintana,
Eu, NY, jan-2010

1 Faíscas:
"eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente."
É por isso que temos a arte, para transfigurmoas nós mesmos em rabiscos ou palavras.
Essa imagem me provocou um profunda nostalgia.
Ótimo blog,
Abraço
Postar um comentário